A culpa não é do Pangolim

Desde os tempos que a minha memória regista que ouvi dizer a expressão “vingança” do Chinês”.

Procurei nos dicionários a origem desse aforismo mas não encontrei nenhuma referência etimológica, mas apenas a vã interpretação do seu significado como “’«vingança prometida requintada».”

Uma interpretação mais livre desse dito popular, relacionada com a psicologia chinesa, poderá significar “uma vindicação lenta a chegar mas implacável na execução”.

Tudo isto esta relacionado com a presente crise pandémica mundial que vivemos, sobre a origem e propagação da qual se tem aventado a mais diversas teorias.

Claro que não admito que tenha sido carne de pangolim a responsável por tão sofisticado instrumento de exterminação massiva da humanidade.

A origem das armas químicas para fins bélicos remonta a 1916, a meados da primeira Guerra mundial, quando os cientistas alemães Lommel e Steikoof inventaram o chamado “gás de mostarda”, uma nuvem letal de elevada taxa de volatilidade, constituídas por “”partículas líquidas “ de mostarda de enxofre.

A persistência no ambiente do ar dessas partículas liquidas do gás usado no conflito europeu no século do passado podia atingir três meses.

Tratava-se duma arma química não muito sofisticada, mas de efeitos altamente mortíferos criada num laboratório alemão há cerca de 100 anos.

O paralelismo surge no momento em que a China parece ter desencadeado uma retaliação, contra as tentativas do Presidente Americano Donald Trump, de contestar o emergente monopólio da nação asiática no mercado mundial.

A especialista em virologia Li Menu Yan procurou refúgio nos Estados Unidos por ªsaber demaisª sobre a erupção do Corona, vírus
Foto Fox News

O flagelo que nos atingiu, a que Organização Mundial de Saúde ingenuamente chama pandemia, tem o perfil de reagente químico com efeitos destruir os alicerces sócio económicos de todos os continentes.

De acordo com revelações feitas à cadeia de televisão Americana Fox News pela especialista em virologia Li Menu Yan tanto a China como a Organização Mundial de Saúde tinham conhecimento da erupção do Corona vírus desde último trimestre do ano passado, não tendo atempadamente alertado o resto do mundo do risco dessa pandemia.

A cientista chinesa estava baseada em Hong Kong quando teve que procurar refúgio nos Estados Unidos por motivo por recear pela sua vida ao se aperceber que alguns dos seus colegas começarem a desaparecer inexplicavelmente por terem avisado da eminência o risco mundial da peste virológica.

Para um país de perto de 1,4 biliões de habitantes como a China, que até há poucos anos limitava a natalidade, o dano colateral parece ser uma circunstância de menosprezar, quando está em causa a luta pela hegemonia financeira do nosso universo.

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